Anjo da Semana

Influência de 02 de agosto a 08 de Setembro de 2007

A semana será regida pelo Arcanjo MIGUEL príncipe encarregado de livrar a humanidade de qualquer mal espiritual ou físico. Também governa o Universo com a legião de anjos azuis que fortalece a proteção contra assaltos, acidentes, inveja e em especial assegura as boas viagens. Arcanjo Miguel lidera a categoria angelical Arcanjos que são encarregados em transmitir mensagens importantes.
É o guardião dos bons relacionamentos exaltando a lealdade e a fidelidade em todos nós. Devemos nos vigiar para dissipar a força do Gênio (Anjo) contrário: Pessimismo, calúnia, desumanidade, deslealdade, opressão, ciúme, inveja isolamento e solidão.

Domingo: das 10:00 às 10:20 h da manhã Arcanjo Miguel visita o Planeta Terra, num dos dias mais importantes do ano para trazer proteção e bênçãos.
Segunda-feira: importante para alcançar a realização de algo importante no trabalho.
Terça-feira: excelente para fazer negócios e resolver pendências financeiras.
Quarta-feira: fase ideal para conquistar novos amigos e rever pessoas importantes.
Quinta-feira: solução para questões de família e relacionamentos afetivos que estejam enfrentado dificuldades.
Sexta-feira: peça por sabedoria e proteção para provas, concursos públicos e exames importantes.
Sábado: dia excelente para pedidos urgentes e especiais.

Cor da semana: azul
Cristal de proteção: cristal de quartzo-azul
Incenso: Rosas amarelas
Salmo de invocação: Salmo 91(um dos Salmos mais poderosos que confere proteção e felicidade)

Fonte: www.andremantovanni.com.br
Receita: Broa de Fubá
INGREDIENTES
- 100g de fermento para pão
- 500ml de água
- 1 pitada de sal
- 2 ovos
- 150g de açúcar
- 100g de margarina
- 1 colher (chá) de erva doce
- 700g de farinha de trigo
- 300g de fubá

MODO DE FAZER
E um recipiente, coloque um pouco da farinha, o fermento esfarelado e a água morna. Misture com a colher de pau e deixe descansar por aproximadamente 20 minutos. A seguir, adicione os ovos levemente batidos, o açúcar, a margarina, a farinha e o fubá peneirados. Misture para se agregarem. Acrescente a erva doce e sove sobre uma superfície enfarinhada. Modele as broas e coloque-as em uma assadeira untada e polvilhada com farinha de trigo. Deixe dobrar de volume e leve ao forno 150° por 10 minutos e 200° por 20 minutos. Rend. 3 broas grandes.

OBS: Se desejar, pincele com gema de ovo e polvilhe com fubá antes de assar.

Fonte: www.tvgazeta.com.br/tvculinária
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CURIOSAMENTE , SAIBA QUE ..."
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Em cada hora que passa extinguem-se cerca de 17 espécies de plantas e animais - em todo o mundo, a todas as horas e todos os dias.

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O fio de uma teia de aranha é tão leve e tão fino, que se uma aranha construísse um fio destes à volta do mundo (40.000 Km), não iria pesar mais do que 170g.

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Os touros são daltônicos, não têm qualquer sensibilidade às cores. Antigamente pensava-se que o vermelho atraía os touros. É por essa razão que os toureiros usam capa vermelha. Atualmente os toureiros só usam a capa vermelha como símbolo. O que na realidade irrita os touros, são os movimentos das capas à sua frente e não a cor dessas mesmas capas.

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Uma camisa branca protege tanto o sol como um protetor solar de fator 7.

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O território da antiga União Soviética é de tal forma extenso que abrange sete fusos horários.

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No mundo acontecem 2 sismos por minuto, cerca de 120 por hora e 2.880 por dia.

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Para verificar se uma pessoa era bruxa, fazia-se a prova de água: atirava-se a pessoa à água, com a mão esquerda atada ao pé direito e a mão direita ao pé esquerdo. Caso flutuasse, era considerada bruxa; caso afundasse, não era. Esta relação entre o afundar e o flutuar, deve-se à crença de que as bruxas eram mais leves do que o ar, como tal, poderiam voar e conseqüentemente flutuariam na água.

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Toda a eletricidade que temos no corpo dá para manter uma lâmpada de 25W acesa durante 3 minutos.

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O tubarão, a solha e o linguado dormem, mas não se sabe se todos os peixes dormem.

* O ser humano fala a uma velocidade de 150 palavras por minuto.


Fonte: http://www.riototal.com.br/feliz-idade/curioso18.htm
Pesquisa mostra que o riso é peça-chave para a vida em sociedade

Neurocientistas da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, descobriram que a risada tem pouco a ver com senso de humor e é, na verdade, uma ferramenta de instinto de sobrevivência para animais que convivem em sociedade. Há séculos, teóricos como Platão. Aristóteles, Kant e Freud tentaram explicar o riso baseados na premissa errada de que eles estariam explicando também o que seria o humor.

Para chegar à origem do riso, os cientistas escanearam cérebros de macacos e ratos. E verificaram que a risada humana evoluiu do som rítmico feito por primatas, como os chimpanzés, quando eles fazem cócegas uns nos outros enquanto brincam.

Assim, a pesquisa indicou que o cérebro possui antigas conexões para produzir o riso e jovens mamíferos aprenderem a brincar uns com os outros. A risada estimula circuitos cerebrais de euforia e também reassegura para o outro animal que eles estão brincando, e não brigando.

Quando os pesquisadores iniciaram os estudos sobre o tema, há 20 anos, era comum a opção de levar pessoas para o laboratório para assistirem episódios de famosas séries cômicas de TV, como "Saturday Night Live". Mas elas não riam muito por causa do ambiente.

Em habitats naturais – calçadas, shoppings – foram observados milhares de episódios de riso. E eles checaram que de 80 a 90 por cento dessas risadas eram resultado de frases simples como "eu sei" ou "vejo vocês depois", empregadas em contextos engraçados. Ou seja, não eram necessárias piadas ou frases de efeito para gerar risos.

O estudo também mostrou que a maioria das pessoas (principalmente as mulheres) riem mais enquanto conversam do que os outros que lhe ouvem, usando as risadas como um tipo de pontuação para suas sentenças. É um processo em grande parte involuntário. As pessoas podem conter o riso, mas poucos conseguem forçar o riso de forma convincente.

Portanto, os pesquisadores concluiram que o ato de rir é um dos sinais sociais mais honestos porque é difícil de ser fingido. Ele é uma espécie de fóssil do comportamento, que evidencia as raizes que todos os seres humanos, e talvez todos os mamíferos, têm em comum. A risada primitiva, então, evoluiu como um dispositivo sinalizador com a função de destacar a compreensão de interação amigável entre duas pessoas.

Os humanos começam a rir aos quatro meses e depois progridem das cócegas para mecanismos mais sofisticados, como piadas. O riso pode ser usado para reforçar os laços de solidariedade e identidade de um grupo, ao satirizarem e isultarem pessoas de fora da unidade, mas é sobretudo um "lubrificante" social. É uma maneira de fazer amigos e também de deixar claro quem pertence a quais posições na hierarquia do status social.


(fonte: Revista Galileu)

Folha Universal

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Classificação:

Vinho branco nasceu de uma mutação há 3.000 anos






Cientistas australianos descobriram que um par de mutações antigas nos genes que dão às uvas sua cor vermelha deu origem às primeira variedades brancas há mais de 3.000 anos.

A descoberta pode dar aos cientistas as ferramentas que eles precisam para "brincarem" com as cores das uvas e talvez levar a novos tipos inteiramente diferentes de vinhos.

Os pesquisadores há muito sabem que o vinho branco possui origens antigas – resíduo de vinho branco foi encontrado na tumba de faraós egípcios. Mas estudos comprovaram que o ancestral de todas as uvas modernas era vermelho.

Um estudo japonês anterior já tinha verificado que um desses genes regulavam as cores avermelhadas na casca de frutas como maçãs, ao iniciar a produção de uma molécula chamada anthocyanin. A nova pesquisa, conduzida pela agência nacional de ciência da Austrália, identificou um segundo gene envolvido no trajeto de regulações de cores que levaram à mutação para variedades de uvas brancas. Segundo os cientistas, ambas as mutações foram necessárias para clarear a fruta.




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Olha eu aí
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É preciso voar...


A águia empurra gentilmente seus filhotes para a beira do ninho.
Seu coração maternal, se acelera com as emoções conflitantes, ao mesmo tempo, em que ela sente a resistência dos filhotes aos seus persistentes cutucões.
—Por que, as emoções de voar tem que começar com o medo de cair?— ela pensou.
Esta questão secular, ainda não estava respondida para ela.
Como manda a tradição da espécie, o medo, está localizado bem no alto de um pico rochoso, tendo abaixo dele, apenas um abismo, e o ar para sustentar as asas dos filhotes.
— E, se justamente agora, isso desse errado?—ela pensou.
Apesar do medo, a águia pensou que aquele era o momento.
Restava, ainda, uma tarefa final... o empurrão.
A águia, tomou-se de uma coragem, que vinha de sua sabedoria interior:
“Enquanto os filhotes, não descobrirem suas asas, não haverá propósito para suas vidas. Enquanto não aprenderem a voar, não compreenderam o privilégio de nascer águia”.
. . .
O empurrão, era o maior presente que podia oferecer. Era seu supremo ato de amor.
E, então, um a um, ela os precipitou para o abismo...
Partilhar o milho bom


Anualmente, um fazendeiro participava de um encontro de produtores rurais, entrando com seu milho em uma feira estadual e normalmente ganhando o maior prêmio.
Uma vez, um repórter de um jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivou o milho. O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do milho dele com seus vizinhos.
—Como você pode dispor a compartilhar, sua melhor semente de milho com seus vizinhos; quando eles estão competindo com o seu a cada ano?—perguntou o repórter.
—Você não sabe? O vento espalha o pólem do milho maduro, e os leva de plantação em plantação... se, meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização afetará a qualidade do meu milho. Assim, se eu for cultivar milho bom, eu tenho que ajudar os meus vizinhos a cultivarem milho bom...
ele era atento as conectividades da vida, pois o milho dele não poderia melhorar sem que o milho de seus vizinhos melhorasse...
Foto de Conceição de Tronqueiras
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